A agentes-comerciais-plataforma é uma plataforma de contratação e gestão de agentes comerciais de IA. O centro do produto é o agente comercial contratado — não um construtor genérico de chatbots. A empresa contratante escolhe o perfil do agente, informa como seu negócio vende, alimenta o agente com conhecimento privado e acompanha a operação, com encaminhamento para humano ou para compra.
O produto parte de um benchmark público — a página da Umbler Talk — usado como referência de produto e experiência, não como compromisso de contratação nem de reprodução integral daquela plataforma. O benchmark organiza a configuração do agente em três partes (comportamento, roteiro e conhecimento) e apresenta uma operação compartilhada entre IA e humanos, com acompanhamento e possibilidade de assumir a conversa. Esses recursos aparecem na oferta pública da Umbler; sua implementação interna e qualidade prática não são presumidas e entram na avaliação técnica do nosso produto.
O público-alvo são PMEs brasileiras que vendem por conversa e precisam de um agente comercial que qualifique leads, esclareça dúvidas, trate objeções com informação aprovada, encaminhe para um vendedor humano quando solicitado e direcione ao checkout autorizado — mantendo o conhecimento de cada empresa isolado e auditável.
O primeiro marco é esta especificação de produto (escopo, usuários, jornadas e limites), seguida de arquitetura, protótipo, implementação de uma jornada completa e piloto com empresas selecionadas.
A plataforma entrega, na primeira versão:
A tese de execução é: o modelo interpreta e redige; a aplicação autoriza ações e verifica dados comerciais. A conversa é flexível; as regras de execução são controladas.
Construtor visual completo de automações; campanhas em massa; CRM completo; vários canais simultaneamente; processamento próprio de pagamentos; atualizações autônomas que alterem preços ou regras dos clientes.
Entrega e propriedade. A plataforma é entregue como aplicação web própria, com identidade de aplicação para a empresa contratante e o atendente humano, e um canal de atendimento inicial acessível ao lead. O agente comercial é configurado, testado e aprovado dentro da plataforma; a operação humana acontece na caixa de entrada da própria plataforma. Integrações com CRM, agenda, checkout e pagamentos são propriedade do provedor externo e configuradas conforme contratação — a plataforma não processa pagamentos.
Fronteira atual. Tudo o que está descrito nas seções 3 a 5 é escopo corrente: contratação e configuração de agentes, onboarding guiado, conhecimento isolado por empresa, canal de atendimento inicial, caixa de entrada com transferência, direcionamento ao checkout autorizado, histórico/auditoria/métricas básicas e ambiente de simulação.
Fronteira futura. Construtor visual completo de automações, campanhas em massa, CRM completo, múltiplos canais simultâneos, processamento próprio de pagamentos e atualizações autônomas de preços ou regras permanecem fora da primeira versão. "Agentes atualizados com o mercado" significa evoluir nossos métodos comerciais e templates após avaliação — não incorporar informações da internet às ofertas dos clientes sem aprovação.
O que não é presumido. A página pública da Umbler não comprova como ela implementa isolamento de dados entre empresas, resistência a instruções maliciosas, controle de permissões das ferramentas, versionamento e aprovação do conhecimento, validação de preços e condições, ou medição de qualidade dos agentes. Esses pontos entram na nossa avaliação técnica como requisitos a construir e verificar — não como capacidades herdadas. Para o nosso produto, o isolamento entre clientes é requisito de aceitação.
Cada requisito é um ponto de história com proveniência (explicit, basic_default, required_inference), fatos de ciclo de vida e aceitação observável.
FR-01 — Contratar um ou mais agentes comerciais (explicit) Como empresa contratante (administrador da conta), eu deveria contratar um ou mais agentes comerciais no portal, para que cada agente contratado seja o centro da operação.
FR-02 — Escolher entre as três personas comerciais (explicit) Como empresa contratante, eu deveria escolher entre Conservador, Descolado e Assertivo ao configurar um agente, para que a abordagem comercial corresponda ao posicionamento do meu negócio.
FR-03 — Configurar comportamento, tom, intensidade comercial e limites de atuação (explicit) Como empresa contratante, eu deveria configurar comportamento, tom, intensidade comercial e limites de atuação do agente, para que a atuação comercial fique dentro do que autorizo.
FR-04 — A persona altera a abordagem, não as permissões (explicit) Como empresa contratante, eu deveria ter a garantia de que nenhum perfil de persona pode inventar descontos, criar falsa escassez, pressionar após uma recusa ou prometer resultados não autorizados, para que a escolha de persona não amplie o que o agente pode fazer.
FR-05 — Conduzir o onboarding guiado em sete etapas (explicit) Como empresa contratante, eu deveria percorrer um onboarding guiado em sete etapas — (1) empresa e público, (2) catálogo comercial, (3) jornada, (4) argumentação, (5) regras, (6) operação humana, (7) simulação e publicação —, para que o agente seja configurado a partir de como meu negócio realmente vende, e não de um único campo de prompt.
FR-06 — Etapa 1: empresa e público (explicit) Como empresa contratante, eu deveria informar o que vendo, para quem, meu posicionamento e meus canais de atendimento, para que o agente parta do contexto correto.
FR-07 — Etapa 2: catálogo comercial (explicit) Como empresa contratante, eu deveria informar produtos e serviços, preços, condições, disponibilidade e links de compra, para que o agente responda com dados comerciais verificáveis.
FR-08 — Etapa 3: jornada (explicit) Como empresa contratante, eu deveria definir quando apresentar uma oferta, quais informações realmente qualificar e quando encaminhar, para que a jornada de vendas e os critérios de qualificação fiquem explícitos.
FR-09 — Etapa 4: argumentação (explicit) Como empresa contratante, eu deveria registrar diferenciais comprováveis, objeções frequentes e respostas aprovadas, para que o agente argumente apenas com o que foi aprovado.
FR-10 — Etapa 5: regras (explicit) Como empresa contratante, eu deveria definir descontos permitidos, assuntos proibidos, limites de negociação e exceções, para que a aplicação autorize ou bloqueie ações comerciais conforme minha decisão.
FR-11 — Etapa 6: operação humana (explicit) Como empresa contratante, eu deveria configurar responsáveis, horários, filas e condições de transferência, para que o encaminhamento humano aconteça conforme a operação real.
FR-12 — Etapa 7: simulação e publicação (explicit) Como empresa contratante, eu deveria testar conversas, revisar o que foi extraído e aprovar a versão antes de ativar, para que nenhuma versão entre em operação sem minha aprovação.
FR-13 — Alimentar o onboarding com sites e documentos (explicit) Como empresa contratante, eu deveria alimentar o processo com sites e documentos, para reduzir o esforço de preenchimento manual.
FR-14 — Revisar informações extraídas antes de tratá-las como verdade comercial (explicit) Como empresa contratante, eu deveria revisar as informações extraídas de sites e documentos antes que sejam tratadas como verdade comercial, para que nada seja publicado automaticamente.
FR-15 — Manter conhecimento separado por empresa (explicit) Como empresa contratante, eu deveria ter meu conhecimento separado por empresa, para que apenas o meu conteúdo seja usado nas minhas conversas.
FR-16 — Vincular conhecimento apenas aos agentes autorizados (explicit) Como empresa contratante, eu deveria vincular cada item de conhecimento apenas aos agentes autorizados, para que um agente não use conteúdo que não lhe foi atribuído.
FR-17 — Conversa flexível e não linear (explicit) Como lead / cliente final em conversa, eu deveria conversar com o agente de forma flexível, sem uma sequência rígida, para resolver o que preciso na ordem em que preciso.
FR-18 — Responder o preço disponível quando perguntado (explicit) Como lead, eu deveria receber o preço disponível quando pergunto o preço, para decidir com informação concreta.
FR-19 — Não recomeçar a qualificação quando já há intenção de compra (explicit) Como lead, eu deveria não ser requalificado do zero quando já demonstro intenção de compra, para não repetir informações que já dei.
FR-20 — Argumentar objeções com informações aprovadas (explicit) Como lead, eu deveria ter minhas objeções tratadas com informações aprovadas, para receber uma resposta confiável.
FR-21 — Encaminhar quando o lead pede uma pessoa (explicit) Como lead, eu deveria ser encaminhado a uma pessoa quando peço, para falar com um humano quando quiser.
FR-22 — Não inventar condição comercial ausente (explicit) Como empresa contratante, eu deveria ter a garantia de que o agente não inventa quando falta uma condição comercial, para que nenhuma condição não autorizada chegue ao lead.
FR-23 — O modelo interpreta e redige; a aplicação autoriza e verifica (explicit) Como empresa contratante, eu deveria ter a separação entre interpretação/redação do modelo e autorização/verificação da aplicação, para que a flexibilidade da conversa não amplie o que é permitido.
FR-24 — Caixa de entrada compartilhada entre IA e humanos (explicit) Como atendente humano (responsável pela operação humana), eu deveria acompanhar os atendimentos em uma caixa de entrada compartilhada com o agente de IA, para assumir quando necessário.
FR-25 — Assumir o atendimento (explicit) Como atendente humano, eu deveria assumir um atendimento, para conduzir a conversa diretamente.
FR-26 — O agente deixa de responder quando o humano assume (explicit) Como atendente humano, eu deveria ter a garantia de que o agente deixa de responder naquele atendimento enquanto eu conduzo, para que o lead não receba respostas duplicadas ou conflitantes.
FR-27 — Retomada controlada (explicit) Como atendente humano, eu deveria devolver o atendimento ao agente de forma explícita e controlada, para que o agente só volte a responder quando eu decidir.
FR-28 — Transferência conforme condições configuradas (explicit) Como atendente humano, eu deveria receber atendimentos transferidos conforme responsáveis, horários, filas e condições de transferência configurados, para que a distribuição siga a operação definida.
FR-29 — Direcionar ao checkout autorizado (explicit) Como lead, eu deveria ser direcionado ao checkout autorizado quando decido comprar, para concluir a compra pelo canal aprovado.
FR-30 — Configurar integrações conforme contratação (explicit) Como empresa contratante, eu deveria configurar integrações com CRM, agenda, checkout e pagamentos conforme contratação, para conectar a operação comercial aos sistemas que já uso.
FR-31 — Sem processamento próprio de pagamentos (explicit) Como empresa contratante, eu deveria ter a garantia de que a plataforma não processa pagamentos, para que o processamento permaneça com o provedor contratado.
FR-32 — Histórico de conversas (explicit) Como empresa contratante, eu deveria consultar o histórico de conversas, para entender o que aconteceu em cada atendimento.
FR-33 — Auditoria (explicit) Como empresa contratante, eu deveria consultar registros de auditoria, para verificar o que a aplicação autorizou, bloqueou e transferiu.
FR-34 — Métricas básicas de conversas, qualificação, encaminhamentos e resultados comerciais (explicit) Como empresa contratante, eu deveria acompanhar métricas básicas de conversas, qualificação, encaminhamentos e resultados comerciais, para avaliar a operação.
FR-35 — Autoinscrição da empresa contratante (required_inference) Como empresa contratante, eu deveria me autoinscrever para começar a usar a plataforma de forma independente, sem convite ou provisionamento estabelecido.
FR-36 — Verificação de retorno (required_inference) Como empresa contratante e como atendente humano, eu deveria verificar minha identidade ao retornar, para acessar o portal e a operação protegida com continuidade.
FR-37 — Aprovação da versão antes de ativar (required_inference) Como empresa contratante, eu deveria aprovar a versão do agente no ambiente de simulação antes de ativá-lo, para que nenhuma versão atenda leads sem minha aprovação.
Contexto de produto. É o dono da operação comercial ou gestor de vendas de uma PME brasileira que vende por conversa. Ele não quer um construtor de chatbots: quer contratar um agente comercial, ensinar como o negócio vende e acompanhar o que acontece. Seu registro emocional é de confiança controlada — tecnologia poderosa que precisa parecer auditável, não mágica.
Objetivo principal. Ter um agente comercial que converse de forma flexível com leads, responda com dados comerciais verificados, qualifique, encaminhe para humano ou para compra, e cuja atuação ele possa revisar, aprovar e auditar.
Responsabilidades aceitas. Contratar e configurar um ou mais agentes; escolher entre as três personas comerciais; conduzir o onboarding guiado nas sete etapas; alimentar o processo com sites e documentos; revisar o que foi extraído antes de tratá-lo como verdade comercial; vincular conhecimento apenas aos agentes autorizados; configurar integrações conforme contratação; testar conversas no ambiente de simulação; aprovar a versão antes de ativar; acompanhar histórico, auditoria e métricas básicas.
Entradas e decisões. O que vende, para quem, posicionamento e canais; produtos, serviços, preços, condições, disponibilidade e links de compra; quando apresentar oferta, o que qualificar e quando encaminhar; diferenciais comprováveis, objeções frequentes e respostas aprovadas; descontos permitidos, assuntos proibidos, limites de negociação e exceções; responsáveis, horários, filas e condições de transferência. Sua decisão mais crítica é a aprovação da versão — nada entra em operação sem ela.
Interações com outros participantes. Define as condições sob as quais o atendente humano recebe atendimentos. Sua configuração determina o que o lead ouve do agente. Depende do provedor externo para CRM, agenda, checkout e pagamentos.
Sucesso observável. O agente ativo responde com preço aprovado, não inventa condição ausente, encaminha quando o lead pede uma pessoa e direciona ao checkout autorizado; e ele consegue ver isso no histórico, na auditoria e nas métricas.
O que diferencia este papel. Ele é o único que autoriza — persona, regras, conhecimento, integrações e versão. Nenhum outro participante pode ampliar o que o agente pode fazer.
Contexto de produto. É a pessoa da operação comercial que trabalha lado a lado com o agente de IA na mesma caixa de entrada. Não configura o agente; ele assume conversas quando o lead pede uma pessoa ou quando as condições de transferência configuradas disparam.
Objetivo principal. Assumir o atendimento no momento certo, conduzir a conversa sem que o agente responda por cima, e devolver o atendimento ao agente de forma controlada quando fizer sentido.
Responsabilidades aceitas. Acompanhar os atendimentos na caixa de entrada compartilhada; assumir um atendimento; conduzir a conversa enquanto o agente deixa de responder naquele atendimento; retomar de forma explícita e controlada; receber atendimentos conforme responsáveis, horários, filas e condições de transferência.
Entradas e decisões. O estado de cada atendimento e quem está no controle; o motivo do encaminhamento; o histórico da conversa. Sua decisão central é assumir ou devolver o atendimento.
Interações com outros participantes. Recebe do lead o pedido de falar com uma pessoa ou chega por condição configurada pela empresa contratante. Compartilha o atendimento com o agente de IA, que silencia enquanto ele conduz.
Sucesso observável. Ao assumir, o painel do agente escurece, o painel humano acende e um selo marca "humano no controle"; o agente não envia nenhuma resposta naquele atendimento até a retomada explícita.
O que diferencia este papel. Ele conduz a conversa, mas não autoriza nada: não altera persona, regras, conhecimento nem versão do agente. Sua autoridade é sobre o atendimento em si.
Contexto de produto. É a pessoa que chega pelo canal de atendimento inicial querendo informação ou compra. Não conhece a plataforma e não deveria precisar conhecer: para ele, existe apenas uma conversa.
Objetivo principal. Resolver o que precisa — saber preço, tirar dúvidas, tratar uma objeção, falar com uma pessoa ou comprar — sem repetir informações e sem receber resposta inventada.
Responsabilidades aceitas. Conversar com o agente de forma flexível e não linear; perguntar preço e receber o preço disponível; demonstrar intenção de compra sem ser requalificado do zero; apresentar objeções e receber argumentação aprovada; pedir uma pessoa e ser encaminhado; ser direcionado ao checkout autorizado.
Entradas e decisões. Suas mensagens são a entrada do sistema. Suas decisões são: continuar a conversa, pedir uma pessoa, ou seguir para o checkout.
Interações com outros participantes. Conversa com o agente comercial configurado pela empresa contratante e pode passar para o atendente humano quando pede ou quando as condições disparam. Conclui a compra no provedor de checkout, não na plataforma.
Sucesso observável. Recebe o preço aprovado quando pergunta; não é requalificado quando já demonstra intenção; recebe argumentação aprovada para sua objeção; é encaminhado quando pede uma pessoa; e chega ao checkout autorizado quando decide comprar.
O que diferencia este papel. É o único participante externo à operação e o destinatário final do resultado comercial. Sua jornada é o que a plataforma precisa tornar utilizável — e ele nunca vê as regras, apenas a conversa.
Falha/recuperação: se um campo for inválido ou a conta já existir, o formulário sinaliza o campo e ela corrige sem perder o restante.
Falha/recuperação: se o salvamento falhar, a persona anterior é mantida e ela reenvia.
Falha/recuperação: uma etapa com campo obrigatório ausente permanece pendente e não avança.
Falha/recuperação: se uma fonte estiver inacessível ou a extração vier vazia, o item permanece como não confiável e ela pode reinserir a fonte ou preencher manualmente.
Falha/recuperação: se uma resposta for bloqueada por falta de condição comercial aprovada, ela corrige a regra ou o dado comercial e repete o teste. Sem aprovação, a versão não atende leads.
Falha/recuperação: se faltar uma condição comercial, o agente não inventa — informa que não pode confirmar e oferece encaminhamento humano.
Falha/recuperação: se não houver atendente disponível no horário, o lead é informado e o atendimento permanece na fila configurada. Se a retomada falhar, o humano permanece no controle.
Falha/recuperação: se o checkout estiver indisponível ou não configurado, o direcionamento não acontece e o agente oferece encaminhamento humano.
Falha/recuperação: credencial inválida ou provedor indisponível mantém a integração desconectada e sinaliza o erro para correção.
Falha/recuperação: se o carregamento falhar, os filtros são preservados e ela pode recarregar.
Falha/recuperação: credencial inválida é sinalizada sem revelar existência de conta e permite nova tentativa sem perder os campos digitados.
A direção criativa é Dual-nature craft: the AI half and the human half in dialogue, com Adham Dannaway como musa. O vocabulário central é a composição em duas metades em diálogo — design ↔ código, antes ↔ depois — que mapeia exatamente a tese do produto: IA e humano na mesma caixa de entrada, extração automática versus revisão humana, persona versus permissões. É craft, não decoração.
| Papel | Hex | Uso |
|---|---|---|
| Background (ground paper) | #F4F1EA | Fundo geral, metade clara do hero |
| Surface | #FFFFFF | Painéis claros, cards, superfícies de conteúdo |
| Text (ink) | #12100D | Texto principal; também a metade "máquina" (painéis escuros) |
| Primary | #12100D | Botões primários e elementos de autoridade |
| Accent | #FF4A1C | Reservado ao que a aplicação autoriza: botões primários, indicador de "IA ativa", estado de aprovação no onboarding, linha divisória entre as duas metades |
| Muted | #8A8378 | Metadados, timestamps, labels monoespaçadas |
| Ink surface (painel escuro) | #12100D | Painéis de código, logs, regras; texto em #F4F1EA |
| Hairline | #12100D a 12% de opacidade | Separação de 1px entre superfícies |
Proporção: ~70% paper/branco, ~25% ink, ~5% acento. Nada de azul, nada de gradiente.
clamp(40px, 7vw, 88px) para o hero.clamp(28px, 4vw, 48px).Raios pequenos e consistentes: 4px em controles, 8px em cards, 0px em painéis de código e no divisor central. Sem pílulas, sem blobs, sem sombras difusas. Separação por hairlines de 1px e por contraste de superfície. O divisor vertical entre as duas metades é a forma-assinatura do sistema.
Grid de 12 colunas, gutter de 24px, margem de 32px em desktop e 16px em mobile. O hero é dividido em duas metades verticais (60/40) no desktop e empilhado no mobile. Cada seção alterna entre "painel claro" (conhecimento, operação humana) e "painel escuro" (execução, regras, logs) para materializar a dualidade. Espaçamento em escala de 8pt. Composições assimétricas com o conteúdo ancorado à esquerda e o artefato visual à direita — nada centralizado por padrão.
Sem fotos de banco. A imagem é o próprio produto: mockups de conversa em painel claro com bolhas de chat, e ao lado o painel escuro com o JSON/YAML das regras que autorizam cada resposta. Diagramas de fluxo em linha fina de 1px mostrando o caminho lead → agente → humano → checkout, com nós em ink e o caminho autorizado em acento. Ícones de 1.5px stroke. Nada de ilustração decorativa.
O divisor central de 1px que atravessa o hero e reaparece como transição entre seções, separando sempre "o que o cliente vê" (claro) de "o que o sistema autoriza" (escuro).
O hero ocupa a tela cheia, dividido verticalmente em duas metades por uma hairline de 1px.
Metade esquerda (60%) — o que o cliente vê. Ground paper #F4F1EA. Headline em Archivo 600 em clamp(40px, 7vw, 88px), alinhado à esquerda, quebrando em três linhas e ocupando toda a altura da metade: "O agente comercial que conversa — e a aplicação que autoriza." Abaixo, um bloco de mockup de conversa real com bolhas de chat: um lead pergunta preço, o agente responde o preço aprovado, e há um botão de transferência para humano.
Metade direita (40%) — o que o sistema autoriza. Painel ink #12100D full-bleed com texto #F4F1EA, exibindo a mesma conversa em formato de log estruturado: monoespaçado, com IDs, timestamps e o trecho de regra que autorizou cada resposta. A linha autorizada é destacada em #FF4A1C.
A metade escura é a prova da metade clara. Sem botão azul, sem gradiente, sem blob.
Movimentos-assinatura que o conceito implementa:
Interaction Model: Animated Motion Tempo: restrained Hero Dimensionality: layered_2d
#FF4A1C.cubic-bezier(0.2, 0.8, 0.2, 1), sem bounce. Reveals on scroll apenas com fade + 8px de translate. Hover em cards troca o conteúdo entre as duas metades (preview de conversa ↔ preview de regra).#FF4A1C como estado, não como animação.Movimento na operação: na Caixa de Entrada, a transferência para humano é uma transição de estado — o painel do agente escurece e o painel humano acende — em 240ms. No Onboarding, cada etapa aprovada faz o painel de extração cruzar de escuro para claro.
NFR-01 — Isolamento entre clientes como requisito de aceitação (explicit) Uma conversa não pode consultar documentos, histórico, credenciais ou integrações de outra empresa. O isolamento é verificado como critério de aceitação, não como capacidade presumida de terceiros. Racional: é o requisito de aceitação explicitamente declarado pelo usuário, e a página pública da Umbler não comprova como ela implementa isolamento de dados entre empresas.
NFR-02 — Autorização de ações pela aplicação, não pelo modelo (explicit) O modelo interpreta e redige; a aplicação autoriza ações e verifica dados comerciais. Nenhuma ação comercial é executada apenas por decisão do modelo. Racional: é a tese de execução declarada pelo usuário para combinar flexibilidade de conversa com regras de execução controladas.
NFR-03 — Limites invioláveis de persona (explicit) Nenhum perfil de persona pode inventar descontos, criar falsa escassez, pressionar após uma recusa ou prometer resultados não autorizados. A personalidade muda a abordagem, não as permissões. Racional: restrição explícita do usuário, aplicável a todas as personas.
NFR-04 — Nenhuma publicação automática de informação extraída (explicit) Informações extraídas de sites e documentos não podem ser publicadas automaticamente como verdade comercial; devem ser apresentadas para revisão. Racional: restrição explícita do usuário sobre a fronteira entre extração e aprovação.
NFR-05 — Silêncio do agente durante o controle humano (explicit) Quando o humano assume, o agente deixa de responder naquele atendimento até a retomada explícita. Racional: restrição explícita do usuário, necessária para evitar respostas duplicadas ou conflitantes.
NFR-06 — Nenhuma invenção de condição comercial ausente (explicit) Se falta uma condição comercial, o agente não inventa. Racional: restrição explícita do usuário sobre a integridade dos dados comerciais.
NFR-07 — Sem incorporação autônoma de informação da internet (explicit) "Agentes atualizados com o mercado" significa evoluir nossos métodos comerciais e templates após avaliação; não significa incorporar informações da internet às ofertas dos clientes sem aprovação. Racional: restrição explícita do usuário sobre a fronteira de atualização.
NFR-08 — Sem cópia da Umbler e sem contratação presumida (explicit) O produto não deve ser uma cópia da Umbler nem presumir contratação da Umbler; a página é referência de produto e experiência. Racional: restrição explícita do usuário sobre a relação com o benchmark.
NFR-09 — Mecanismos não comprovados entram como avaliação técnica (explicit) Não presumir capacidades não comprovadas pela página da Umbler — isolamento de dados, resistência a instruções maliciosas, controle de permissões de ferramentas, versionamento e aprovação do conhecimento, validação de preços e condições, medição de qualidade dos agentes. Esses pontos entram na avaliação técnica. Racional: restrição explícita do usuário sobre o que pode ser presumido do material comercial.
NFR-10 — Sem escolha impulsiva de ferramenta nem prazo sem dimensionamento (explicit) Antes da arquitetura, não escolher outra ferramenta por impulso nem prometer prazo sem dimensionamento. Racional: restrição explícita do usuário sobre o processo de planejamento.
NFR-11 — Continuidade de identidade para estado durável (required_inference) A empresa contratante e o atendente humano precisam de identidade de aplicação para retomar estado durável (agentes, versões, conhecimento, atendimentos) e para que decisões e transferências permaneçam vinculadas ao participante correto. O lead não precisa de identidade de aplicação para conversar no canal de atendimento inicial. Racional: inferência indispensável para tornar executável a continuidade aceita entre sessões; não introduz gestão de contas adjacente.
NFR-12 — Sem permissões diferenciadas além da separação de papéis aceita (required_inference) A separação entre a empresa contratante (que autoriza configuração, conhecimento, integrações e versão) e o atendente humano (que conduz atendimentos) é a única diferenciação de controle estabelecida. Não há RBAC adicional inferido. Racional: inferência limitada ao que a fonte aceita; evita inventar controle de permissões não estabelecido.
NFR-13 — Legibilidade e integridade de texto e controles em todos os viewports (explicit)
Headlines, wordmarks, labels, números, textos de cards e controles permanecem inteiramente dentro do viewport e do container em 375px, 768px e 1280px, quebrando linha ou escalando (por exemplo, font-size: clamp(...) com seu tamanho mobile) para caber; nenhum outro elemento cobre qualquer parte deles. Imagem, decoração e movimento seguem a direção criativa e podem ser cortados, sangrados, rotacionados ou sobrepostos, desde que não cubram texto legível ou controle. Conteúdo móvel e rolável pode cruzar a borda por design, desde que cada item se torne inteiramente legível ao passar. Com prefers-reduced-motion, oferecer arranjo estático utilizável.
Racional: restrição explícita de legibilidade e acessibilidade da direção criativa.
A fonte não especifica tecnologia de implementação; as escolhas abaixo são defaults coerentes com o produto, marcados como não especificados pelo usuário.
[Default — not specified by user][Default — not specified by user][Default — not specified by user][Default — not specified by user][Default — not specified by user][Default — not specified by user][Default — not specified by user]O primeiro marco é esta especificação de produto (escopo, usuários, jornadas e limites), seguida de arquitetura (componentes, isolamento, integrações e custos estimados), protótipo (onboarding e operação simulada), implementação de uma jornada completa e piloto com empresas selecionadas. Cada etapa avança somente com sua condição declarada: aprovação do produto, revisão técnica, validação da experiência, testes funcionais e de segurança, e qualidade e custo medidos.
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